Técnico diz que responsabilidade é do Brasil, e vê evolução no time
A seleção de Bernardinho venceu os quatro últimos confrontos que fez contra a Itália. Ainda assim, o técnico não espera uma partida fácil na semifinal olímpica de sexta-feira, em Pequim, e diz que o rival está no mesmo nível de 2004, quando os dois disputaram a decisão em Atenas.
- A Itália vem com moral, e ganhou mais confiança após a vitória sobre a Polônia. A responsabilidade é nossa. Eles viram a morte de perto e agora tudo é lucro. Jogam mais soltos. A Itália está na briga e será muito difícil. Eles estão no mesmo nível das últimas Olimpíadas - disse.
Bernardinho diz que a campanha das duas seleções em Pequim até agora, não vale muita coisa. Um exemplo claro é o grau de dificuldade que os rivais da semifinal tiveram contra a China. A Itália, na estréia, venceu em cinco sets com 16 a 14 no último. O Brasil despachou os anfitriões nesta quarta-feira, com pouca dificuldade.
- Agora é tudo 0 a 0. É onde queríamos estar. Contra a Polônia poderia até rolar uma acomodação já que é um adversário que vencemos bastante nos últimos tempos. Com a Itália não tem mais isso. É sempre uma batalha, tem a rivalidade - disse o técnico, que fez ainda uma avaliação positiva do jogo contra os chineses.
- Estamos crescendo. Espero que a curva continue subindo - disse.
Voleimania On-line
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A seleção de Bernardinho venceu os quatro últimos confrontos que fez contra a Itália. Ainda assim, o técnico não espera uma partida fácil na semifinal olímpica de sexta-feira, em Pequim, e diz que o rival está no mesmo nível de 2004, quando os dois disputaram a decisão em Atenas.
- A Itália vem com moral, e ganhou mais confiança após a vitória sobre a Polônia. A responsabilidade é nossa. Eles viram a morte de perto e agora tudo é lucro. Jogam mais soltos. A Itália está na briga e será muito difícil. Eles estão no mesmo nível das últimas Olimpíadas - disse.
Bernardinho diz que a campanha das duas seleções em Pequim até agora, não vale muita coisa. Um exemplo claro é o grau de dificuldade que os rivais da semifinal tiveram contra a China. A Itália, na estréia, venceu em cinco sets com 16 a 14 no último. O Brasil despachou os anfitriões nesta quarta-feira, com pouca dificuldade.
- Agora é tudo 0 a 0. É onde queríamos estar. Contra a Polônia poderia até rolar uma acomodação já que é um adversário que vencemos bastante nos últimos tempos. Com a Itália não tem mais isso. É sempre uma batalha, tem a rivalidade - disse o técnico, que fez ainda uma avaliação positiva do jogo contra os chineses.
- Estamos crescendo. Espero que a curva continue subindo - disse.
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